Segundo Gil, 2001 o trabalho do coach lembra o do personal trainner no sentido de que quando detecta uma discrepância entre a realidade de um profissional e onde este deve chegar, passa a dar subsídios para que supere suas dificuldades.
Este personal trainner no mundo dos negócios ou na vida pessoal das pessoas, pode oferecer condições para que seus clientes promovam um auto-diagnóstico e aprimorem sua capacidade de raciocínio e análise através do processo de coaching que tem como finalidades os seguintes pontos:
1. Ajudar o cliente a descobrir seu potencial de trabalho;
2. Ajudar a perceber com maior facilidade as oportunidades e as libertar das limitações;
3. Fornecer o suporte necessário para assumir o gerenciamento do próprio medo, questionando premissas e paradigmas;
4. Ajudar a definir objetivos e estabelecer metas assegurando que estas estejam na direção correta;
5. Apoiar a descoberta das competências necessárias para o melhor desempenho e sua avaliação de forma objetiva;
6. Ajudar a superar obstáculos, tais como crenças, atitudes e condutas que atrapalham o caminho para a realização profissional;
7. Desenvolver um sistema de referência para dar e receber feedback para motivação e melhoria de desempenho;
8. Fornecer suporte e estrutura para melhor comunicação com a equipe de gerenciamento de conflitos;
9. Fornecer a percepção de suas deficiências profissionais;
10. Auxiliar na correção da conduta no trabalho;
11. Encorajar o crescimento pessoal e profissional.
Fazendo uma analogia com os fundamentos do Coaching e o sentido literário da palavra Coach e sua influência norte americana é muito interessante que assistam o filme ou o Trailler abaixo do filme: "Desafiando Gigantes" onde consta cenas claras do papel do Coach para com seu cliente, ou público de atuação.
Não percam!
Espero que tenha esclarecido algumas dúvidas, não deixe de ler o Post sobre as "Diferenças entre Coaching e outros processos".
Abraços!
Carolina F. Custóias
Personal and Professional Coach
Psicóloga Clínica e Organizacional
11-98979-7027
Outras indicações e referências, consulte:
GIL, A.C, Gestão de Pessoas: Enfoque nos papéis profissionais. São Paulo: Ed. Atlas, 2001.
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